segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

soneto 11

o amor é fogo q não se pode ver,
é ferida q doi e não se sente;
é um contentamento q não se sente,

é dor que destina sem doer.
é um não quere mais q bem querer;
é um andar solitario entre a gente;

é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.
é querer estar preso por vontade;

é servir a quem vence, o vencedor;
é com quem nos mata lealdade.
mas como causar pede seu favor
nos corassoes humanos amisades,
se tão contrario a si é o mesmo amor?
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
ANTES APENAS UMA SIMPLES DONZELA, AGORA UMA SUGADORA DE SANGUE!

NOVA VAMPIRA
Do angue já sinto o gosto,
Circular em minha boca
Já sinto mudar meu corpo meu rosto
Não sou mais a mesma me tornei outra.
Todas as mudanças
Me levam a pensar
Se isto não é brincadeira entre crianças
Ou a realidade a pesar.
Tudo tão diferente
Sinto sede
Sede de angue corrente
Corrente em veias, artérias...
Em um monstro me transformei?
Ou continuo sendo apenas alguém
Alguém a vagar pelas vias escuras, onde ei
De fazer minha primeira vítima num treM.
Sairei toda noite
Para vitimas fazer
E estas descobrirão antes da noite
O pesadelo que os fará tremer.
Invadirei sonhos
Invadirei mentes
Morderei de todos os punhos
Cada vez mais ferozmente.
Serão noites de terror
E vitimas ao acordar
Todos soltarão gritos de horrorQuando a noite se aproximar.
Não terei dó nem piedade
Todos serão humanos assim
Infelizes e sem caridade
E por isso sofrerão anos afim

NOVA VAMPIRA
Do angue já sinto o gosto,
Circular em minha boca
Já sinto mudar meu corpo meu rosto
Não sou mais a mesma me tornei outra.
Todas as mudanças
Me levam a pensar
Se isto não é brincadeira entre crianças
Ou a realidade a pesar.
Tudo tão diferente
Sinto sede
Sede de angue corrente
Corrente em veias, artérias...
Em um monstro me transformei?
Ou continuo sendo apenas alguém
Alguém a vagar pelas vias escuras, onde ei
De fazer minha primeira vítima num treM.
Sairei toda noite
Para vitimas fazer
E estas descobrirão antes da noite
O pesadelo que os fará tremer.
Invadirei sonhos
Invadirei mentes
Morderei de todos os punhos
Cada vez mais ferozmente.
Serão noites de terror
E vitimas ao acordar
Todos soltarão gritos de horrorQuando a noite se aproximar.
Não terei dó nem piedade
Todos serão humanos assim
Infelizes e sem caridade
E por isso sofrerão anos afim
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
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